Companheiro Macom | Quinta Instrucao
Dominar as artes liberais (gramática, retórica, lógica, aritmética, geometria, música e astronomia).
O maçom aprende que o conhecimento do mundo físico ocorre através da visão, audição, tato, olfato e paladar. A 5ª instrução ensina que esses sentidos devem ser educados para que o iniciado não seja enganado por aparências superficiais.
Reconhecer que o fim nunca justifica os meios; a harmonia entre os obreiros é o que garante a solidez do "Templo Interno". companheiro macom quinta instrucao
Ao contrário das anteriores, o Companheiro realiza esta viagem sem o auxílio de ferramentas físicas (como o malhete ou o cinzel), simbolizando que ele agora deve confiar em seu Gênio Individual e na sua inteligência.
Além dos quatro elementos clássicos (terra, fogo, ar e água), o Companheiro busca a "quinta-essência", o princípio espiritual que anima a matéria e dá propósito ao trabalho maçônico. As Cinco Viagens e a Quinta Viagem Reconhecer que o fim nunca justifica os meios;
O número cinco é o eixo central desta instrução. Ele representa o homem em sua plenitude, simbolizado pelo pentagrama (ou estrela flamejante), onde os cinco pontos correspondem à cabeça e aos quatro membros.
A Quinta Instrução, portanto, marca o amadurecimento do maçom, que deixa de ser um aluno passivo para se tornar um trabalhador ativo na construção social e moral. As Cinco Viagens e a Quinta Viagem O
Nesta fase, as instruções focam na aplicação prática de ferramentas como o (retidão), o Nível (igualdade social) e o Prumo (justiça e profundidade). A 5ª instrução reforça que o Companheiro não é apenas um observador, mas um artífice que deve: